Por: Prof. Richard M. Stephancomentário 1

A necessidade de um transporte público eficaz e não poluente, cuja construção e operação tenham custos competitivos, é uma das prioridades no mundo moderno, onde grande parte da população vive nas metrópoles.  Resposta a esse desafio, a tecnologia Maglev-Cobra tem como proposta um veículo de levitação magnética com pequenas articulações múltiplas, permitindo realizar curvas com raio de50 metros, vencer aclives de 10% e atingir velocidade de até70 km/h. Quando as pequenas articulações estão interligadas, o veículo se assemelha a uma “cobra”.  (mais…)

Por: Rogério Valle comentários 17

A green economy (GE) será um dos temas centrais da Rio+20. Esse conceito vem sendo elaborado e divulgado mundo afora pela pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) que vê nele a oportunidade de conciliar metas ambientais e sociais (preservação ou mesmo ampliação dos capitais natural e humano) e metas econômicas (crescimento da renda e do emprego). O que se propõe é um redirecionamento da economia de cada país, em prol da expansão dos setores que possuem baixo impacto ambiental e trabalho decente. Defende-se que, no largo prazo, esses setores “verdes” chegarão a proporcionar melhor retorno econômico sobre os investimentos do que os setores “marrons”. (mais…)

Por: Márcio de Almeida D’Agostosem comentários

Por sua relação com o transporte rodoviário, o pneu tornou-se um elemento primordial para o desenvolvimento da sociedade moderna. Porém, ao chegar ao fim de sua vida útil, se descartado inadequadamente, pode causar danos ao meio ambiente, pois, quando queimado a céu aberto, libera CO2 (gás de efeito estufa) e enxofre. Portanto, sua destinação inadequada impacta a saúde pública. Em pesquisa realizada em 2008, verificou-se que, em 20% dos municípios do Rio de Janeiro, os pneus descartados eram uns dos principais criadouros do mosquito responsável pela dengue.

Esse resíduo leva cerca de 600 anos para se decompor completamente, e seu formato dificulta e encarece o transporte, armazenamento e compactação, tornando-o inadequado para destinação em aterros sanitários. (mais…)

Por: Marcia Dezottisem comentários

O Brasil caminha para ser a quinta economia mundial e se mostra capaz de desenvolver tecnologias para vencer grandes desafios, como a exploração e produção de petróleo e gás natural em águas ultraprofundas. Ao mesmo tempo, padece de males típicos do século passado, como o tratamento de água ultrapassado e a falta de tratamento de esgoto, um serviço básico para a saúde e a qualidade de vida das populações.

Há, entre os municípios brasileiros, aqueles poucos reconhecidos por tratarem a totalidade do seu esgoto, como Presidente Prudente e Santos no Estado de São Paulo. Na outra ponta, estão Nova Iguaçu e Duque de Caxias, no Estado do Rio de Janeiro, que só tratam 1% do esgoto que produzem.

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Por: Márcio D’Agosto e Suzana Kahn Ribeiro comentários 8


No Brasil, entre 1996 e 2005, o consumo de energia para transportes cresceu 17%, dos quais o transporte rodoviário respondeu por cerca de 90%, envolvendo derivados de petróleo (81%), gás natural comprimido (4%) e etanol de cana-de-açúcar (15%), alternativas amplamente disponíveis. Porém, a crescente consciência social quanto ao desenvolvimento sustentável implica a promoção da escolha dessas alternativas considerando a eficiência energética de toda a cadeia de suprimento, e não apenas o uso final, como é prática corrente.

Assim, tornou-se prática nos países desenvolvidos a aplicação da análise de ciclo de vida (ACV), técnica capaz de considerar insumos e impactos ambientais ao longo de todo o ciclo de vida das alternativas de fontes de energia para transporte.

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